quarta-feira, março 07, 2007

Mãe coruja

Apesar de todas as dificuldades na escola, Liam está aprendendo a ler cada dia melhor. E eu tenho ajudado ele quase que diariamente nesta tarefa. Porque se dependesse só da escola, a coisa ia ficar complicada.

Como sou mesmo apaixonada pela leitura desde pequenininha - desde que aprendi a ler nunca mais parei - decidi dar uma ajuda extra em casa (e a professora falou que, no caso dele, este extra fez toda a diferença). A verdade é que o Liam sempre teve livros em casa, desde bebê (quando só sabia babar e rasgar as páginas, hehehe) . Hoje em dia, ele adora folhear livros sobre seus temas favoritos: trens, aviões, dinossauros, baleias e todo tipo de animal (inclusive aranhas e outros insetos, claro). E cá entre nós, livro é o que não falta aqui em casa!

Nas últimas semanas já lemos juntos três livrinhos. Ele lê frase a frase em voz alta para mim, todo orgulhoso (e eu mais ainda). Como já comentei por aqui antes, Liam tem tido muitos problemas na classe de alfabetização. E vai mesmo mudar de escola depois das férias de verão daqui (em agosto). Mas isso é assunto para outro post, talvez...

O que eu sei é que comemoro cada etapa vencida (com direito a presentinhos e tudo). Não há nada mais prazeiroso para uma mãe do que ver as conquistas de seu filho, dia após dia, mês após mês, ano após ano. Meu bebê já completa 7 anos mês que vem!

A amizade, mais uma vez

Ontem me encontrei com duas amigas especiais, Adriane e Bebete. Duas pessoas com quem eu posso ser eu mesma (parece óbvio mas não é, acreditem). É bom poder falar sem me preocupar em ser criticada ou mal-interpretada. É bom poder falar sem precisar ficar me explicando o tempo todo - ou pior ainda, me desculpando. E é bom falar e saber que você está sendo ouvida. E aprender a ouvir (porque quem gosta de falar, precisa aprender a ouvir)!!! Estes encontros fazem bem à alma da gente, pena que não sejam mais frequentes neste país onde todos vivem correndo (até hoje não entendi exatamente atrás do quê).

De uns tempos pra cá, tomei uma grande decisão na minha vida: prometi a mim mesma só buscar a companhia de quem quer estar comigo. Mendigar amizade nunca mais, no thanks! (fiz uma vez e confesso que nunca me senti tão mal em toda minha vida). Amizade não se mendiga, ou é ou não é. OK, já falei sobre isso antes por aqui (just a reminder for myself, sorry)...Definitivamente não recomendo. Mas coração é bicho esquisito e de vez em quando apronta dessas coisas (o importante é estar alerta e aprender com os erros, hoje e sempre).

Palavras-chave: amar a si mesmo, respeito próprio, limites.

segunda-feira, março 05, 2007

Leitura inspiradora

Fuxicando sábado no meu sebo favorito, me caiu nas mãos o livro Everyday Karma, de Carmen Harra. Provavelmente o que eu precisava ler neste período de transição na minha vida. Verdade seja dita, apesar de tudo e de todos, sempre acreditei que as coisas acontecem por alguma razão. Sempre acreditei que as coisas acontecem na hora em que têm de acontecer. E que enquanto a gente não aprender a lição que viemos aprender, situações e problemas se repetirão indefinidamente em nossas vidas. As simple as that (OK, not simple at all).

O livro nos ensina a criar o futuro que queremos para nós, hoje. E, no final das contas, o universo conspira em nosso favor. Entre outras coisas, a autora nos ensina a decifrar nosso código espiritual (de onde viemos e para onde vamos), a lidar com nossas ações (karma) no dia-a-dia e a reconhecer e resolver nossos karmas do passado - aqueles acumulados por nós em nossos relacionamentos e famílias.

Além disso, ela lista as Leis Universais, dentre as quais:
1. A Lei do Karma: criamos karma através de nossas intenções, pensamentos, palavras e atos.
2. A Lei da Sabedoria: é importante distinguirmos entre o que pode e o que não pode ser mudado. O sofrimento nos torna mais fortes e sábios.
3. A Lei da Evolução: a única forma de adquirirmos sabedoria, é evoluindo sempre.
4. A Lei da Energia Vibracional: somos energia em movimento, tudo se transforma o tempo todo.
5. A Lei da Abundância: o universo foi criado para nos trazer abundância. ele conspira em nosso favor para realizar nossos desejos sinceros.
6. A Lei da Ordem Divina: existe um plano divino no universo, tudo acontece por uma razão.
7. A Lei da Gratidão: devemos aprender a ser gratos pelo que temos, pelas coisas pequenas e grandes em nossas vidas em vez de sempre querermos mais.
8. A Lei da Manifestação: nossa realidade é um reflexo de nossos pensamentos.
9. A Lei do Desapego: Estamos apenas de passagem pela Terra e não devemos nos apegar demais às coisas e pessoas.
10. A Lei da Aceitação: Não tente mudar o que não pode ser mudado, aceite simplesmente.

Em suma, uma leitura inspiradora e altamente recomendada. A má notícia é que o livro não foi traduzido para o português...quem puder ler em inglês, leia!


domingo, março 04, 2007

Sozinhos venceremos

Quem nunca ouviu a frase de guerra Unidos venceremos? Hoje liguei para uma amiga com quem não falava há mais de 6 meses, colocamos o papo em dia e depois de nossa conversa, tive inevitavelmente mais um de meus insights. A gente pode até fingir que não (e em alguns dias isso até funciona), mas aqui na Holanda estamos sozinhos. Cada um por si e Deus por todos. Cada um cuidando do que é seu: sua família, sua casa, seu emprego. E já é muita coisa.

Todos com suas vidas atribuladas, agendas cheias de compromissos, tentando exaustivamente conciliar três vidas em uma: 1. trabalho, 2. casa e 3. lazer. Ou ainda: trabalhar, ser mãe, esposa, dona-de-casa, amiga etc. E ainda arrumar tempo pra cuidar de si mesma porque senão tudo desmorona ao seu redor. Não, não é pouca coisa e a maioria não consegue dar conta do recado - o que é mais do que compreensível, eu também não consegui.

Até que um dia a gente acorda e decide priorizar a vida. Por mera questão de sobrevivência. Aprendemos a escolher nossas batalhas, a dar importância às coisas e pessoas que realmente importam e deixar o resto pra lá. Aprendemos a viver no presente, um dia de cada vez. E tentamos nos reconciliar com nosso passado (que não pode mais ser mudado) e não temer o futuro (que ainda podemos mudar, pois ele depende do que fazemos com nosso presente hoje).

Talvez seja ilusão minha achar que este seja um fenômeno tipicamente holandês em uma sociedade marcada pelo individualismo. Talvez meus amigos do Brasil (principalmente aqueles nas grandes capitais como Rio e São Paulo) me convençam de que lá a vida também é assim. Talvez não. Só sei que com o passar dos anos, cada um aprende a se virar sozinho. Sozinhos venceremos.

Sessão de cinema: Babel

Ontem finalmente assisti o tão comentado e premiado Babel (2006) do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, que também dirigiu Amores Perros (2000) e 21 Gramas (2003). O filme é excelente e consegue transportar o espectador e confrontá-lo com os temas mais importantes da atualidade: imigrantes ilegais, terrorismo, racismo e acima de tudo a crônica dificuldade de comunicação do ser humano - seja entre membros de uma mesma família, de um mesmo país ou na relação entre os países (o que inevitavelmente gera conflitos pessoais, familiares e internacionais).

O filme alterna magistralmente cenas em três diferentes partes do planeta: Marrocos, México e Tóquio (com algumas cenas nos EUA, que não chegam exatamente a ser importantes para o plot). Os personagens não podiam ser mais diferentes, mas por obra do destino (e de um diretor excepcional) estão interligados entre si ao longo de toda a narrativa. Um casal americano em crise que se encontra em uma situação ainda mais crítica durante uma excursão às montanhas do Marrocos. As crianças do casal, deixadas nos EUA com a babá mexicana que comete o erro (santa ingenuidade) de levá-las para o México para o casamento de seu filho...uma decisão da qual irá se arrepender mais tarde (qualquer brasileiro que já passou por um controle de passaporte ao viajar no exterior provavelmente se identificará em maior ou menor grau com essas cenas). Uma família pobre no Marrocos, onde os dois filhos são presenteados pelo pai com uma arma de fogo para proteger o rebanho e acabam sem querer criando um inusitado conflito internacional e a histeria da mídia internacional (e acima de tudo, americana). Uma adolescente surda e muda em Tóquio, que perdeu a mãe de forma trágica e que luta para encontrar seu lugar no mundo. Diga-se de passagen, as cenas de Tóquio são as mais divertidas do filme, e mostram o mundo dos adolescentes nesta parte do planeta. As cenas da danceteria são uma das mais fantásticas que presenciei no cinema nos últimos tempos (dá vontade de dançar na poltrona do cinema).

Em suma, se você ainda não assistiu, assista! Babel é, sem dúvida, uns dos melhores filmes a chegar às telas de cinema nos últimos tempos. Food for thought, to say the least.

quinta-feira, março 01, 2007

Bunny eats cookie
















Acabei de achar uma foto em um site com dois favoritos: bunnies and cookies!!! Que fofura! Depois dos gatos, os coelhos são meus bichos de estimação favoritos. Tenho um aqui em casa de orelhas caídas e muito fofo, igualzinho o da foto à direita (só que o meu coelho não costuma usar o computador aqui de casa, rsrsrs). O site é ótimo pra quem, como eu, gosta de bichos fazendo todo tipo de travessura: www.cuteoverload.com

Mania de blog

Depois do Orkut - que já rendeu o que tinha de render para muitos - admito que o blog é meu mais novo vício (se é que alguém ainda não percebeu isso)! Ainda mais agora que finalmente aprendi a editar o modelo do Blogger pra incluir links e marcadores. Blog é um negócio que rende: a gente sempre aprende algo de novo! Agora só falta escrever um livro, hehehe.

O que me faz lembrar o que li certa vez, que para nos sentirmos realizados na vida, a gente deve fazer ao menos uma destas três coisas (e de preferência as três, embora seja uma missão quase impossível) 1. plantar uma árvore, 2. ter um filho (adotar também vale), 3. escrever um livro. Bem, o filho eu já tive e desconfio até que seja a tarefa mais díficil da lista. Só falta agora plantar uma árvore e escrever um livro, rsrsrs.
Tecnologia do Blogger.

Mãe coruja

Apesar de todas as dificuldades na escola, Liam está aprendendo a ler cada dia melhor. E eu tenho ajudado ele quase que diariamente nesta tarefa. Porque se dependesse só da escola, a coisa ia ficar complicada.

Como sou mesmo apaixonada pela leitura desde pequenininha - desde que aprendi a ler nunca mais parei - decidi dar uma ajuda extra em casa (e a professora falou que, no caso dele, este extra fez toda a diferença). A verdade é que o Liam sempre teve livros em casa, desde bebê (quando só sabia babar e rasgar as páginas, hehehe) . Hoje em dia, ele adora folhear livros sobre seus temas favoritos: trens, aviões, dinossauros, baleias e todo tipo de animal (inclusive aranhas e outros insetos, claro). E cá entre nós, livro é o que não falta aqui em casa!

Nas últimas semanas já lemos juntos três livrinhos. Ele lê frase a frase em voz alta para mim, todo orgulhoso (e eu mais ainda). Como já comentei por aqui antes, Liam tem tido muitos problemas na classe de alfabetização. E vai mesmo mudar de escola depois das férias de verão daqui (em agosto). Mas isso é assunto para outro post, talvez...

O que eu sei é que comemoro cada etapa vencida (com direito a presentinhos e tudo). Não há nada mais prazeiroso para uma mãe do que ver as conquistas de seu filho, dia após dia, mês após mês, ano após ano. Meu bebê já completa 7 anos mês que vem!

A amizade, mais uma vez

Ontem me encontrei com duas amigas especiais, Adriane e Bebete. Duas pessoas com quem eu posso ser eu mesma (parece óbvio mas não é, acreditem). É bom poder falar sem me preocupar em ser criticada ou mal-interpretada. É bom poder falar sem precisar ficar me explicando o tempo todo - ou pior ainda, me desculpando. E é bom falar e saber que você está sendo ouvida. E aprender a ouvir (porque quem gosta de falar, precisa aprender a ouvir)!!! Estes encontros fazem bem à alma da gente, pena que não sejam mais frequentes neste país onde todos vivem correndo (até hoje não entendi exatamente atrás do quê).

De uns tempos pra cá, tomei uma grande decisão na minha vida: prometi a mim mesma só buscar a companhia de quem quer estar comigo. Mendigar amizade nunca mais, no thanks! (fiz uma vez e confesso que nunca me senti tão mal em toda minha vida). Amizade não se mendiga, ou é ou não é. OK, já falei sobre isso antes por aqui (just a reminder for myself, sorry)...Definitivamente não recomendo. Mas coração é bicho esquisito e de vez em quando apronta dessas coisas (o importante é estar alerta e aprender com os erros, hoje e sempre).

Palavras-chave: amar a si mesmo, respeito próprio, limites.

Leitura inspiradora

Fuxicando sábado no meu sebo favorito, me caiu nas mãos o livro Everyday Karma, de Carmen Harra. Provavelmente o que eu precisava ler neste período de transição na minha vida. Verdade seja dita, apesar de tudo e de todos, sempre acreditei que as coisas acontecem por alguma razão. Sempre acreditei que as coisas acontecem na hora em que têm de acontecer. E que enquanto a gente não aprender a lição que viemos aprender, situações e problemas se repetirão indefinidamente em nossas vidas. As simple as that (OK, not simple at all).

O livro nos ensina a criar o futuro que queremos para nós, hoje. E, no final das contas, o universo conspira em nosso favor. Entre outras coisas, a autora nos ensina a decifrar nosso código espiritual (de onde viemos e para onde vamos), a lidar com nossas ações (karma) no dia-a-dia e a reconhecer e resolver nossos karmas do passado - aqueles acumulados por nós em nossos relacionamentos e famílias.

Além disso, ela lista as Leis Universais, dentre as quais:
1. A Lei do Karma: criamos karma através de nossas intenções, pensamentos, palavras e atos.
2. A Lei da Sabedoria: é importante distinguirmos entre o que pode e o que não pode ser mudado. O sofrimento nos torna mais fortes e sábios.
3. A Lei da Evolução: a única forma de adquirirmos sabedoria, é evoluindo sempre.
4. A Lei da Energia Vibracional: somos energia em movimento, tudo se transforma o tempo todo.
5. A Lei da Abundância: o universo foi criado para nos trazer abundância. ele conspira em nosso favor para realizar nossos desejos sinceros.
6. A Lei da Ordem Divina: existe um plano divino no universo, tudo acontece por uma razão.
7. A Lei da Gratidão: devemos aprender a ser gratos pelo que temos, pelas coisas pequenas e grandes em nossas vidas em vez de sempre querermos mais.
8. A Lei da Manifestação: nossa realidade é um reflexo de nossos pensamentos.
9. A Lei do Desapego: Estamos apenas de passagem pela Terra e não devemos nos apegar demais às coisas e pessoas.
10. A Lei da Aceitação: Não tente mudar o que não pode ser mudado, aceite simplesmente.

Em suma, uma leitura inspiradora e altamente recomendada. A má notícia é que o livro não foi traduzido para o português...quem puder ler em inglês, leia!


Sozinhos venceremos

Quem nunca ouviu a frase de guerra Unidos venceremos? Hoje liguei para uma amiga com quem não falava há mais de 6 meses, colocamos o papo em dia e depois de nossa conversa, tive inevitavelmente mais um de meus insights. A gente pode até fingir que não (e em alguns dias isso até funciona), mas aqui na Holanda estamos sozinhos. Cada um por si e Deus por todos. Cada um cuidando do que é seu: sua família, sua casa, seu emprego. E já é muita coisa.

Todos com suas vidas atribuladas, agendas cheias de compromissos, tentando exaustivamente conciliar três vidas em uma: 1. trabalho, 2. casa e 3. lazer. Ou ainda: trabalhar, ser mãe, esposa, dona-de-casa, amiga etc. E ainda arrumar tempo pra cuidar de si mesma porque senão tudo desmorona ao seu redor. Não, não é pouca coisa e a maioria não consegue dar conta do recado - o que é mais do que compreensível, eu também não consegui.

Até que um dia a gente acorda e decide priorizar a vida. Por mera questão de sobrevivência. Aprendemos a escolher nossas batalhas, a dar importância às coisas e pessoas que realmente importam e deixar o resto pra lá. Aprendemos a viver no presente, um dia de cada vez. E tentamos nos reconciliar com nosso passado (que não pode mais ser mudado) e não temer o futuro (que ainda podemos mudar, pois ele depende do que fazemos com nosso presente hoje).

Talvez seja ilusão minha achar que este seja um fenômeno tipicamente holandês em uma sociedade marcada pelo individualismo. Talvez meus amigos do Brasil (principalmente aqueles nas grandes capitais como Rio e São Paulo) me convençam de que lá a vida também é assim. Talvez não. Só sei que com o passar dos anos, cada um aprende a se virar sozinho. Sozinhos venceremos.

Sessão de cinema: Babel

Ontem finalmente assisti o tão comentado e premiado Babel (2006) do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, que também dirigiu Amores Perros (2000) e 21 Gramas (2003). O filme é excelente e consegue transportar o espectador e confrontá-lo com os temas mais importantes da atualidade: imigrantes ilegais, terrorismo, racismo e acima de tudo a crônica dificuldade de comunicação do ser humano - seja entre membros de uma mesma família, de um mesmo país ou na relação entre os países (o que inevitavelmente gera conflitos pessoais, familiares e internacionais).

O filme alterna magistralmente cenas em três diferentes partes do planeta: Marrocos, México e Tóquio (com algumas cenas nos EUA, que não chegam exatamente a ser importantes para o plot). Os personagens não podiam ser mais diferentes, mas por obra do destino (e de um diretor excepcional) estão interligados entre si ao longo de toda a narrativa. Um casal americano em crise que se encontra em uma situação ainda mais crítica durante uma excursão às montanhas do Marrocos. As crianças do casal, deixadas nos EUA com a babá mexicana que comete o erro (santa ingenuidade) de levá-las para o México para o casamento de seu filho...uma decisão da qual irá se arrepender mais tarde (qualquer brasileiro que já passou por um controle de passaporte ao viajar no exterior provavelmente se identificará em maior ou menor grau com essas cenas). Uma família pobre no Marrocos, onde os dois filhos são presenteados pelo pai com uma arma de fogo para proteger o rebanho e acabam sem querer criando um inusitado conflito internacional e a histeria da mídia internacional (e acima de tudo, americana). Uma adolescente surda e muda em Tóquio, que perdeu a mãe de forma trágica e que luta para encontrar seu lugar no mundo. Diga-se de passagen, as cenas de Tóquio são as mais divertidas do filme, e mostram o mundo dos adolescentes nesta parte do planeta. As cenas da danceteria são uma das mais fantásticas que presenciei no cinema nos últimos tempos (dá vontade de dançar na poltrona do cinema).

Em suma, se você ainda não assistiu, assista! Babel é, sem dúvida, uns dos melhores filmes a chegar às telas de cinema nos últimos tempos. Food for thought, to say the least.

Bunny eats cookie
















Acabei de achar uma foto em um site com dois favoritos: bunnies and cookies!!! Que fofura! Depois dos gatos, os coelhos são meus bichos de estimação favoritos. Tenho um aqui em casa de orelhas caídas e muito fofo, igualzinho o da foto à direita (só que o meu coelho não costuma usar o computador aqui de casa, rsrsrs). O site é ótimo pra quem, como eu, gosta de bichos fazendo todo tipo de travessura: www.cuteoverload.com

Mania de blog

Depois do Orkut - que já rendeu o que tinha de render para muitos - admito que o blog é meu mais novo vício (se é que alguém ainda não percebeu isso)! Ainda mais agora que finalmente aprendi a editar o modelo do Blogger pra incluir links e marcadores. Blog é um negócio que rende: a gente sempre aprende algo de novo! Agora só falta escrever um livro, hehehe.

O que me faz lembrar o que li certa vez, que para nos sentirmos realizados na vida, a gente deve fazer ao menos uma destas três coisas (e de preferência as três, embora seja uma missão quase impossível) 1. plantar uma árvore, 2. ter um filho (adotar também vale), 3. escrever um livro. Bem, o filho eu já tive e desconfio até que seja a tarefa mais díficil da lista. Só falta agora plantar uma árvore e escrever um livro, rsrsrs.