Uma das minhas maiores "burrices", digamos assim, é me
incomodar com coisas que pessoas que nem me conhecem
dizem sobre mim…porque tem gente que faz isso, já ouviram falar de
bullying virtual?
Pois é. Outro dia uma amiga de uma amiga escreveu algo no Facebook
dela que me deixou muito triste. E sim, era uma daquelas “indiretas diretas” que abundam nesta rede social. Vai dizer que você nunca recebeu (ou mandou) alguma?
Pois eu li e fiquei muito magoada porque achei no mínimo injusto o que a tal fulana escreveu. E escrevi um
post inteiro sobre aquele comentário dela mas decidi não publicar
por dois motivos. Primeiro porque é pura perda de tempo. Segundo, porque prefiro me poupar,
ninguém precisa saber de tudo da minha vida (já me exponho mais do
que o necessário). No mais, é desperdício
de energia quando a minha energia já
anda em baixa. E eu preciso cuidar de coisas e pessoas mais
importantes na minha vida. Porque sim, elas existem!
De qualquer forma, naquele momento eu precisava escrever. Escrever
foi uma forma de me desprender daquilo tudo. E me ajudou a me sentir
mais leve. Porque pra mim o ato de escrever sempre foi terapêutico
(e uma das razões de existir deste blog). E um dia eu aprendo a
ignorar certos comentários e opiniões de gente que não me conhece
e convenhamos, nem sequer gosta de mim! Porque a verdade é que não
se pode agradar a gregos e troianos e nem eu gosto de todo mundo (não
mesmo).
Mas sabem, o que eu
queria era não ser tão sensível! Queria ter minhas máscaras,
fazer cara de paisagem como se nada tivesse acontecido. Mas eu sou transparente, não sei fingir, eu me exponho e, em alguns casos, dou mesmo a cara a tapa
(sim, outra burrice minha). Queria não estar nem aí pra este tipo de
comportamento que é exposto diariamente em redes como o Facebook.
Mas meu temperamento sempre foi assim e isso me faz sofrer
desnecessariamente. E tem dias que eu penso até em sair do Facebook,
onde entrei há menos de um ano. Eu percebi logo nos primeiros tempos
que eu e o Facebook não combinamos. E se fiz uma ótima amizade ali
(daquelas que a gente já pressente que é pra vida inteira) também
perdi duas amizades…que talvez nem fossem tão amigas assim porque
amigo de verdade a gente não perde, né? Enfim: ganha-se
de um lado, perde-se de outro. Só não saio
mesmo porque ainda gosto de ter contato com os amigos e parentes
distantes...Por enquanto, ainda tenho mais a ganhar do que perder ali. Mas olha, tem dia que cansa mesmo.
E agora assunto encerrado porque a vida continua....E vocês, alguém
passou ou tem passado por algo parecido?!!
Post dedicado aos meus amigos verdadeiros, aqueles que não falam de mim pelas costas e sim na minha frente.














