segunda-feira, junho 25, 2007

Moulin Rouge

Coração a mil por hora, sem vontade nenhuma de escrever (porque como bem comentou uma amiga, a vida real é bem mais real)...mas resolvi passar aqui só pra falar de uma das minhas trilhas sonoras favoritas, que não tiro do meu CD-player há dois dias: Moulin Rouge. Diga-se de passagem, o filme não fica nada atrás, embora a crítica e o público tenham ficado divididos - há os que amem, há os que odeiem! Eu me incluo na primeira categoria, obviamente. E eu que nem sou romântica (juro por Deus, o que não quer dizer que eu não tenha sentimentos, muito pelo contrário...) confesso que me derreto por dentro ao ouvir as faixas Your Song and Come What May. Agora fala sério, isso aqui é demais:

Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste

It all revolves around you

And there's no mountain too high

No river too wide

Sing out this song and I'll be there by your side

Storm clouds may gather

And stars may collide

But I love you until the end of time
...

sábado, junho 23, 2007

Do rumo das coisas, parte II

Pois então...não só aconteceu tudo como eu havia imaginado (e não planejado, o que é bem diferente) como foi ainda melhor...Não me perguntem como mas eu sabia exatamente o que ia acontecer (leia-se: premonição). Os dois pegos de surpresa pelo rumo inevitável de uma estória que começou e terminou 13 anos atrás (unfinished business, you may call it). Tem coisas na vida da gente que não tem como fugir e ponto final. E acima de tudo, tem coisas na vida da gente que não adianta nem (tentar) explicar.

Agora durma-se com um barulho desses! Coração batendo forte, de novo - justo quando eu tinha decidido não sentir mais nada... A vida tem dessas coisas.

quarta-feira, junho 20, 2007

Do rumo das coisas

Tem acontecido cada coisa esquisita nos últimos dias - boas mas esquisitas - que confesso que ando no mundo da lua e ansiosa demais pra escrever...com medo do rumo que a vida da gente toma de vez em quando - e ao mesmo tempo ciente de que devemos deixar a vida fluir (o que por sua vez nos traz de volta ao medo). É que o medo é proporcional às cicatrizes que colecionamos por essa vida afora...No mais, convenhamos que é estranho quando os fantasmas do passado resolvem invadir sua vida novamente...Quando da noite pro dia são reatados laços que você havia perdido há anos nesta vida. Daquelas coisas que nem Freud explica (e talvez Jung, com a sua teoria da sincronicidade chegue mais perto). Estranho porque quando as pessoas reatam laços depois de muitos anos, de certa forma é como começar de novo porque ambas mudaram (e no meu caso, não foi pouca coisa) .Então na verdade você está se relacionando com uma pessoa totalmente diferente daquela com quem se relacionou no passado. O que é bom e ruim, claro.

Mas pior do que a ansiedade são as expectativas. Tanto as boas quanto as ruins - porque expectativa, no final das contas, é tudo a mesma coisa: expectativa. Ao menos uma coisa nesta vida eu posso dizer que aprendi: é mais fácil a gente se arrepender do que deixou de fazer (o que poderia ter sido se...) do que do que fez (e na pior das hipóteses, ao menos fica a certeza de termos tentado). Complicado mesmo é o momento anterior à decisão - o goleiro diante do penâlti, se é que alguém entende onde estou querendo chegar. Aimeudeus, deixa pra lá...

No mais, se alguém puder me ensinar como não levar a vida tão a sério, ficarei eternamente agradecida. Porque vou te contar, viver é tão complicado...ou vai ver eu é que tenho o hábito de complicar as coisas!

terça-feira, junho 12, 2007

Nada como um dia após o outro

eu acredito que a gente deve (tentar) aprender com os nossos erros. e que em vez de se torturar pelos erros do passado, a gente deve (tentar) viver o dia de hoje da melhor forma possível. e que devemos lembrar que cada dia é um novo começo, uma nova oportunidade de fazer as coisas darem certo. e que a gente deve tomar uma atitude na vida em vez de ficar esperando que as coisas simplesmente se materializem diante de nossos olhos. que devemos agir apesar do medo, para não corrermos o risco de sermos levados pela vida feito roupas penduradas no varal e espalhadas aos quatro ventos em dia de temporal. sim, eu acredito que devemos agir para tentar mudar o que pode ser mudado enquanto ainda estamos vivos...porque só em constante movimento nossa vida terá mais sentido do que a mera passagem dos dias e das noites - e nunca esquecer que movimento é vida, e que a paralisia em vida é uma morte disfarçada.

acima de tudo, hoje acredito que a gente deve perdoar a si mesmo, por mais difícil que isso possa ser (porque perdoar os outros é sempre mais fácil, pelo menos pra mim sempre foi assim). e no final das contas, nada como um dia após o outro. dormir, acordar e recomeçar a cada dia. porque estar vivo é isso: recomeçar, reescrever diariamente a sua estória. ser o protagonista de sua própria estória, e não apenas um mero coadjuvante. de resto, de definitivo nesta vida só a morte.

domingo, junho 10, 2007

Joss Stone !

Pra quem ainda não conhece, a voz desta menina-mulher nascida em Dover, Inglaterra é simplesmente SHOW. Uma branquinha com voz negra que não fica devendo quase nada às musas do jazz americano (ouça e confira você mesmo).

Depois do EBTG do post musical anterior, eu não consigo mais tirar do meu CD-player o álbum Mind, Body and Soul - lançado em 2004 quando a inglesinha tinha 17 anos e já ostentava uma das vozes mais aveludadas da cena pop atual. Tenho este CD há uns 3 anos, mais ou menos desde a época de seu lançamento...e confesso que estou curiossíssima para ouvir o novo álbum dela, lançado recentemente: Introducing Joss Stone.

Música para dias de sol, dias de chuva, dias de bom-humor, dias de mal-humor, música para escutar sozinho ou bem-acompanhado...enfim, música para todos os dias. E acima de tudo: música da melhor qualidade!

sábado, junho 09, 2007

Tempo instável, nuvens esparsas



Não quero vir aqui pra reclamar da vida mas tem dias que me bate uma tristeza...é só alguém vir com um papo de tempo perdido e erros do passado pra eu sentir um tremendo mal-estar. Mas erros todos nós cometemos (eu repito isso pra mim todos os dias) e eu não quero ser uma pessoa amarga nesta vida. Porque eu sei que as coisas estão melhorando, talvez não com a rapidez que eu gostaria (o buraco era fundo demais) mas estão melhorando sim. E eu sei que alguns dos erros do passado talvez não pudessem mesmo ser evitados e que não adianta chorar o leite derramado. Mas que dói, isso dói e muito. Porque é um tempo perdido, que não volta mais e que não podemos mais corrigir. E eu tenho uma ferida aberta, pronta para começar a sangrar de novo quando menos se espera. E hoje não sei dizer quanto tempo a cicatrização demora. Só sei que melhora - tem que melhorar! E provavelmente a única condição é deixar o passado em paz e se concentrar no que realmentre importa: o presente.

Enfim, não quero ser vítima das minhas escolhas. Em vez disso, quero aprender com os erros do passado pra poder seguir em frente de cabeça erguida (e quiçá, de coração leve). Mas para isso o primeiro passo é perdoar a mim mesma - e olha, tem sido mais difícil do que vocês podem imaginar! Mas não há de ser nada, ninguém disse que viver era fácil.

PS. Hoje estou igualzinha a esta foto, mas já já a chuva passa...

quinta-feira, junho 07, 2007

Everything but the Girl !

Sessão nostalgia, fui mexer em uns CDs empoeirados no meu armário (shame on me!) e achei um CD muito especial, tão especial que estou ouvindo ele agora mesmo (enquanto faço minhas traduções). O CD é Walking Wounded (1996) , considerado por público e crítica um dos clássicos da banda Everything but the Girl. E eu tive a sorte de assistir este show ao vivo em Utrecht, creio que em 1997 - não me lembro mais a data exata, só sei dizer que foi um dos melhores shows da minha vida!

Engraçado como eu raramente falo de música por aqui, prometo tentar corrigir este erro - mas é que a grande paixão da minha vida é mesmo o cinema...
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Moulin Rouge

Coração a mil por hora, sem vontade nenhuma de escrever (porque como bem comentou uma amiga, a vida real é bem mais real)...mas resolvi passar aqui só pra falar de uma das minhas trilhas sonoras favoritas, que não tiro do meu CD-player há dois dias: Moulin Rouge. Diga-se de passagem, o filme não fica nada atrás, embora a crítica e o público tenham ficado divididos - há os que amem, há os que odeiem! Eu me incluo na primeira categoria, obviamente. E eu que nem sou romântica (juro por Deus, o que não quer dizer que eu não tenha sentimentos, muito pelo contrário...) confesso que me derreto por dentro ao ouvir as faixas Your Song and Come What May. Agora fala sério, isso aqui é demais:

Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste

It all revolves around you

And there's no mountain too high

No river too wide

Sing out this song and I'll be there by your side

Storm clouds may gather

And stars may collide

But I love you until the end of time
...

Do rumo das coisas, parte II

Pois então...não só aconteceu tudo como eu havia imaginado (e não planejado, o que é bem diferente) como foi ainda melhor...Não me perguntem como mas eu sabia exatamente o que ia acontecer (leia-se: premonição). Os dois pegos de surpresa pelo rumo inevitável de uma estória que começou e terminou 13 anos atrás (unfinished business, you may call it). Tem coisas na vida da gente que não tem como fugir e ponto final. E acima de tudo, tem coisas na vida da gente que não adianta nem (tentar) explicar.

Agora durma-se com um barulho desses! Coração batendo forte, de novo - justo quando eu tinha decidido não sentir mais nada... A vida tem dessas coisas.

Do rumo das coisas

Tem acontecido cada coisa esquisita nos últimos dias - boas mas esquisitas - que confesso que ando no mundo da lua e ansiosa demais pra escrever...com medo do rumo que a vida da gente toma de vez em quando - e ao mesmo tempo ciente de que devemos deixar a vida fluir (o que por sua vez nos traz de volta ao medo). É que o medo é proporcional às cicatrizes que colecionamos por essa vida afora...No mais, convenhamos que é estranho quando os fantasmas do passado resolvem invadir sua vida novamente...Quando da noite pro dia são reatados laços que você havia perdido há anos nesta vida. Daquelas coisas que nem Freud explica (e talvez Jung, com a sua teoria da sincronicidade chegue mais perto). Estranho porque quando as pessoas reatam laços depois de muitos anos, de certa forma é como começar de novo porque ambas mudaram (e no meu caso, não foi pouca coisa) .Então na verdade você está se relacionando com uma pessoa totalmente diferente daquela com quem se relacionou no passado. O que é bom e ruim, claro.

Mas pior do que a ansiedade são as expectativas. Tanto as boas quanto as ruins - porque expectativa, no final das contas, é tudo a mesma coisa: expectativa. Ao menos uma coisa nesta vida eu posso dizer que aprendi: é mais fácil a gente se arrepender do que deixou de fazer (o que poderia ter sido se...) do que do que fez (e na pior das hipóteses, ao menos fica a certeza de termos tentado). Complicado mesmo é o momento anterior à decisão - o goleiro diante do penâlti, se é que alguém entende onde estou querendo chegar. Aimeudeus, deixa pra lá...

No mais, se alguém puder me ensinar como não levar a vida tão a sério, ficarei eternamente agradecida. Porque vou te contar, viver é tão complicado...ou vai ver eu é que tenho o hábito de complicar as coisas!

Nada como um dia após o outro

eu acredito que a gente deve (tentar) aprender com os nossos erros. e que em vez de se torturar pelos erros do passado, a gente deve (tentar) viver o dia de hoje da melhor forma possível. e que devemos lembrar que cada dia é um novo começo, uma nova oportunidade de fazer as coisas darem certo. e que a gente deve tomar uma atitude na vida em vez de ficar esperando que as coisas simplesmente se materializem diante de nossos olhos. que devemos agir apesar do medo, para não corrermos o risco de sermos levados pela vida feito roupas penduradas no varal e espalhadas aos quatro ventos em dia de temporal. sim, eu acredito que devemos agir para tentar mudar o que pode ser mudado enquanto ainda estamos vivos...porque só em constante movimento nossa vida terá mais sentido do que a mera passagem dos dias e das noites - e nunca esquecer que movimento é vida, e que a paralisia em vida é uma morte disfarçada.

acima de tudo, hoje acredito que a gente deve perdoar a si mesmo, por mais difícil que isso possa ser (porque perdoar os outros é sempre mais fácil, pelo menos pra mim sempre foi assim). e no final das contas, nada como um dia após o outro. dormir, acordar e recomeçar a cada dia. porque estar vivo é isso: recomeçar, reescrever diariamente a sua estória. ser o protagonista de sua própria estória, e não apenas um mero coadjuvante. de resto, de definitivo nesta vida só a morte.

Joss Stone !

Pra quem ainda não conhece, a voz desta menina-mulher nascida em Dover, Inglaterra é simplesmente SHOW. Uma branquinha com voz negra que não fica devendo quase nada às musas do jazz americano (ouça e confira você mesmo).

Depois do EBTG do post musical anterior, eu não consigo mais tirar do meu CD-player o álbum Mind, Body and Soul - lançado em 2004 quando a inglesinha tinha 17 anos e já ostentava uma das vozes mais aveludadas da cena pop atual. Tenho este CD há uns 3 anos, mais ou menos desde a época de seu lançamento...e confesso que estou curiossíssima para ouvir o novo álbum dela, lançado recentemente: Introducing Joss Stone.

Música para dias de sol, dias de chuva, dias de bom-humor, dias de mal-humor, música para escutar sozinho ou bem-acompanhado...enfim, música para todos os dias. E acima de tudo: música da melhor qualidade!

Tempo instável, nuvens esparsas



Não quero vir aqui pra reclamar da vida mas tem dias que me bate uma tristeza...é só alguém vir com um papo de tempo perdido e erros do passado pra eu sentir um tremendo mal-estar. Mas erros todos nós cometemos (eu repito isso pra mim todos os dias) e eu não quero ser uma pessoa amarga nesta vida. Porque eu sei que as coisas estão melhorando, talvez não com a rapidez que eu gostaria (o buraco era fundo demais) mas estão melhorando sim. E eu sei que alguns dos erros do passado talvez não pudessem mesmo ser evitados e que não adianta chorar o leite derramado. Mas que dói, isso dói e muito. Porque é um tempo perdido, que não volta mais e que não podemos mais corrigir. E eu tenho uma ferida aberta, pronta para começar a sangrar de novo quando menos se espera. E hoje não sei dizer quanto tempo a cicatrização demora. Só sei que melhora - tem que melhorar! E provavelmente a única condição é deixar o passado em paz e se concentrar no que realmentre importa: o presente.

Enfim, não quero ser vítima das minhas escolhas. Em vez disso, quero aprender com os erros do passado pra poder seguir em frente de cabeça erguida (e quiçá, de coração leve). Mas para isso o primeiro passo é perdoar a mim mesma - e olha, tem sido mais difícil do que vocês podem imaginar! Mas não há de ser nada, ninguém disse que viver era fácil.

PS. Hoje estou igualzinha a esta foto, mas já já a chuva passa...

Everything but the Girl !

Sessão nostalgia, fui mexer em uns CDs empoeirados no meu armário (shame on me!) e achei um CD muito especial, tão especial que estou ouvindo ele agora mesmo (enquanto faço minhas traduções). O CD é Walking Wounded (1996) , considerado por público e crítica um dos clássicos da banda Everything but the Girl. E eu tive a sorte de assistir este show ao vivo em Utrecht, creio que em 1997 - não me lembro mais a data exata, só sei dizer que foi um dos melhores shows da minha vida!

Engraçado como eu raramente falo de música por aqui, prometo tentar corrigir este erro - mas é que a grande paixão da minha vida é mesmo o cinema...