segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Revolutionary Road

Juro por Deus que o nome deste filme devia ser Beyond Therapy (assistam que vocês vão entender onde quero chegar). Divagações à parte, vamos lá. Este fim-de-semana assisti Revolutionary Road, de Sam Mendes (diretor de American Beauty, outro filme que gosto muito e já comentei aqui).

Pra início de conversa, vou logo dizendo que o filme é mais pesado do que eu esperava (santa ingenuidade, Batman). Daqueles que a gente saí do cinema com um nó na garganta e precisando tomar umas cervejas (ou coisa mais forte). E sim, me fez lembrar muito The Hours (Desperate Housewives é cantiga pra boi dormir perto disso aqui, depois não digam que não avisei).

E a estória...bem, a estória é a velha e conhecida estória de um jovem casal que se apaixona, se casa, têm filhos e entra em crise. E confesso que já vivi aquilo ali e admito que na vida real é bem mais feio do que na tela de cinema (e bem mais doloroso porque convenhamos, pimenta nos olhos dos outros é refresco). Bom, ao menos sobrevivi pra contar a estória...E aprendi na marra que viver a vida daquele jeito não dá! Não tem terapia de casal que resolva tanta falta de comunicação, desilusão e frustração. Been there, done that.

E sim, o filme é melhor do que American Beauty. História mais bem acabada, roteiro mais enxuto, emoções mais cruas (aguenta coração). Sem falar que a atuação da Kate Winslet é realmente de tirar o chapéu, uma atriz cada dia melhor. Mas como a minha amiga Anna já comentou no blog dela: não recomendo para casais em crise! Por razões óbvias.

1 comentários:

Paloma M. disse...

Beth, depois desse post, decidi ver Revolutionary Road, do qual desisti na última hora para ver o Benjamin Button. Volto depois para contar minha impressões!

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Revolutionary Road

Juro por Deus que o nome deste filme devia ser Beyond Therapy (assistam que vocês vão entender onde quero chegar). Divagações à parte, vamos lá. Este fim-de-semana assisti Revolutionary Road, de Sam Mendes (diretor de American Beauty, outro filme que gosto muito e já comentei aqui).

Pra início de conversa, vou logo dizendo que o filme é mais pesado do que eu esperava (santa ingenuidade, Batman). Daqueles que a gente saí do cinema com um nó na garganta e precisando tomar umas cervejas (ou coisa mais forte). E sim, me fez lembrar muito The Hours (Desperate Housewives é cantiga pra boi dormir perto disso aqui, depois não digam que não avisei).

E a estória...bem, a estória é a velha e conhecida estória de um jovem casal que se apaixona, se casa, têm filhos e entra em crise. E confesso que já vivi aquilo ali e admito que na vida real é bem mais feio do que na tela de cinema (e bem mais doloroso porque convenhamos, pimenta nos olhos dos outros é refresco). Bom, ao menos sobrevivi pra contar a estória...E aprendi na marra que viver a vida daquele jeito não dá! Não tem terapia de casal que resolva tanta falta de comunicação, desilusão e frustração. Been there, done that.

E sim, o filme é melhor do que American Beauty. História mais bem acabada, roteiro mais enxuto, emoções mais cruas (aguenta coração). Sem falar que a atuação da Kate Winslet é realmente de tirar o chapéu, uma atriz cada dia melhor. Mas como a minha amiga Anna já comentou no blog dela: não recomendo para casais em crise! Por razões óbvias.

1 comentários:

Paloma M. disse...

Beth, depois desse post, decidi ver Revolutionary Road, do qual desisti na última hora para ver o Benjamin Button. Volto depois para contar minha impressões!