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E claro, teve ainda aquelas coisinhas impublicáveis que todo casal enamorado gosta de fazer nos fins-de-semana quando estão juntos (ainda mais quando estão juntos somente nos fins-de-semana, pois moramos em cidades diferentes). E eu só vou dizer que estou curtindo muito esta fase apaixonada, mas quase tinha me esquecido que relacionamento é um processo contínuo, que requer esforços de ambas as partes para dar certo. Que relacionamento requer respeito pelas diferenças (ainda mais em relacionamentos interculturais, como é o caso), aceitação do outro, amor-próprio e muito, muito diálogo. E acima de tudo, muito amor. No meu caso, o que tem atrapalhado é o medo...até natural depois de um casamento fracassado e um processo de divórcio dolorido (foram anos pra sair do buraco). Medo da entrega, medo da intimidade e, acima de tudo, medo de sofrer...Porque eu acho que já sofri o bastante, viu? Medo de quebrar a cara mais uma vez, medo de não ser boa o bastante...Medo de me expôr demais, medo de me auto-sabotar, medo do próprio medo.
Felizmente tenho conseguido curtir ao máximo estes momentos, apesar do medo. O importante agora é curtir o presente (porque o passado já passou mesmo e o futuro ninguém sabe, né?). No mais, tudo a seu tempo...
3 comentários:
Maar ondertussen heb je weer de helft van je taboulé-salade in m'n koelkast achtergelaten! ;-)
Oi, Beth.
Não tenha medo da vida, muito menos do amor. São os melhores presentes que podemos receber...
Curta ao máximo esses momentos. Vc fez por merecer!!!
Quanto ao filme ele é realmente adorável e a cena que vc escolheu é uma das mais fofas...
E só por ser em Paris já é mais um motivo para vê-lo.
Beijos.
Ah Bethinha!
"Tudo ao seu tempo..."
Viva o presente com intensidade e sem medo do que possa vir a acontecer. A gente acaba se privando de coisas maravilhosas por besteiras que criamos nas nossas cabeças. Sem contar, que as pessoas são diferentes e as histórias também, oras.
No mais, seja feliz e xô maus-pensamentos!
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