terça-feira, agosto 28, 2007

Fim-de-semana

O fim-de-semana passado começou sexta à noite com tapas e cerveja espanhola num dos Tapasbar mais gostosos da cidade, Y Mucho Más. No dia seguinte, teve caminhada na praia (porque o tempo permitiu, temperatura agradável de 23 graus), comida chinesa e sessão de cinema em casa: 1408, thriller recém-lançado nos cinemas daqui mas F. é apressado e já fez o download (ele é cinéfilo como eu, claro). Domingo ainda assistimos a um Woody Alleen dos antigos (Sleeper) em casa, fomos jantar fora e acabamos emendando numa sessão de cinema: Ratatouille. O filme é o mais fofo que assisti nos últimos tempos, saí do cinema com vontade de levar um ratinho daqueles pra casa...ou melhor ainda, de ir pra Paris agora mesmo!

E claro, teve ainda aquelas coisinhas impublicáveis que todo casal enamorado gosta de fazer nos fins-de-semana quando estão juntos (ainda mais quando estão juntos somente nos fins-de-semana, pois moramos em cidades diferentes). E eu só vou dizer que estou curtindo muito esta fase apaixonada, mas quase tinha me esquecido que relacionamento é um processo contínuo, que requer esforços de ambas as partes para dar certo. Que relacionamento requer respeito pelas diferenças (ainda mais em relacionamentos interculturais, como é o caso), aceitação do outro, amor-próprio e muito, muito diálogo. E acima de tudo, muito amor. No meu caso, o que tem atrapalhado é o medo...até natural depois de um casamento fracassado e um processo de divórcio dolorido (foram anos pra sair do buraco). Medo da entrega, medo da intimidade e, acima de tudo, medo de sofrer...Porque eu acho que já sofri o bastante, viu? Medo de quebrar a cara mais uma vez, medo de não ser boa o bastante...Medo de me expôr demais, medo de me auto-sabotar, medo do próprio medo.

Felizmente tenho conseguido curtir ao máximo estes momentos, apesar do medo. O importante agora é curtir o presente (porque o passado já passou mesmo e o futuro ninguém sabe, né?). No mais, tudo a seu tempo...

3 comentários:

Anônimo disse...

Maar ondertussen heb je weer de helft van je taboulé-salade in m'n koelkast achtergelaten! ;-)

Eu penso que... disse...

Oi, Beth.

Não tenha medo da vida, muito menos do amor. São os melhores presentes que podemos receber...
Curta ao máximo esses momentos. Vc fez por merecer!!!

Quanto ao filme ele é realmente adorável e a cena que vc escolheu é uma das mais fofas...
E só por ser em Paris já é mais um motivo para vê-lo.
Beijos.

La Belle® disse...

Ah Bethinha!

"Tudo ao seu tempo..."

Viva o presente com intensidade e sem medo do que possa vir a acontecer. A gente acaba se privando de coisas maravilhosas por besteiras que criamos nas nossas cabeças. Sem contar, que as pessoas são diferentes e as histórias também, oras.

No mais, seja feliz e xô maus-pensamentos!

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Fim-de-semana

O fim-de-semana passado começou sexta à noite com tapas e cerveja espanhola num dos Tapasbar mais gostosos da cidade, Y Mucho Más. No dia seguinte, teve caminhada na praia (porque o tempo permitiu, temperatura agradável de 23 graus), comida chinesa e sessão de cinema em casa: 1408, thriller recém-lançado nos cinemas daqui mas F. é apressado e já fez o download (ele é cinéfilo como eu, claro). Domingo ainda assistimos a um Woody Alleen dos antigos (Sleeper) em casa, fomos jantar fora e acabamos emendando numa sessão de cinema: Ratatouille. O filme é o mais fofo que assisti nos últimos tempos, saí do cinema com vontade de levar um ratinho daqueles pra casa...ou melhor ainda, de ir pra Paris agora mesmo!

E claro, teve ainda aquelas coisinhas impublicáveis que todo casal enamorado gosta de fazer nos fins-de-semana quando estão juntos (ainda mais quando estão juntos somente nos fins-de-semana, pois moramos em cidades diferentes). E eu só vou dizer que estou curtindo muito esta fase apaixonada, mas quase tinha me esquecido que relacionamento é um processo contínuo, que requer esforços de ambas as partes para dar certo. Que relacionamento requer respeito pelas diferenças (ainda mais em relacionamentos interculturais, como é o caso), aceitação do outro, amor-próprio e muito, muito diálogo. E acima de tudo, muito amor. No meu caso, o que tem atrapalhado é o medo...até natural depois de um casamento fracassado e um processo de divórcio dolorido (foram anos pra sair do buraco). Medo da entrega, medo da intimidade e, acima de tudo, medo de sofrer...Porque eu acho que já sofri o bastante, viu? Medo de quebrar a cara mais uma vez, medo de não ser boa o bastante...Medo de me expôr demais, medo de me auto-sabotar, medo do próprio medo.

Felizmente tenho conseguido curtir ao máximo estes momentos, apesar do medo. O importante agora é curtir o presente (porque o passado já passou mesmo e o futuro ninguém sabe, né?). No mais, tudo a seu tempo...

3 comentários:

Anônimo disse...

Maar ondertussen heb je weer de helft van je taboulé-salade in m'n koelkast achtergelaten! ;-)

Eu penso que... disse...

Oi, Beth.

Não tenha medo da vida, muito menos do amor. São os melhores presentes que podemos receber...
Curta ao máximo esses momentos. Vc fez por merecer!!!

Quanto ao filme ele é realmente adorável e a cena que vc escolheu é uma das mais fofas...
E só por ser em Paris já é mais um motivo para vê-lo.
Beijos.

La Belle® disse...

Ah Bethinha!

"Tudo ao seu tempo..."

Viva o presente com intensidade e sem medo do que possa vir a acontecer. A gente acaba se privando de coisas maravilhosas por besteiras que criamos nas nossas cabeças. Sem contar, que as pessoas são diferentes e as histórias também, oras.

No mais, seja feliz e xô maus-pensamentos!