sábado, maio 12, 2007

Vida de louco

Antes de mais nada, vamos deixar uma coisa bem clara: não, não estou reclamando. É que de quinta-feira pra cá subitamente apareceram tantas traduções (depois de 3 semanas pra lá de tranquilas...) que eu cheguei a ficar assustada. E com os prazos apertados, até uma enxaqueca arrumei na quinta à noite (vida de louco).

O lado ruim é que vou trabalhar o fim-de-semana inteiro (inclusive Dia das Mães porque no final das contas, Dia das Mães é todo dia) e até terça à noite o esquema está bem apertado. Só não chega a ser tão ruim porque gosto do que faço, 90% das vezes. O lado bom é que em seis dias consigo fazer o equivalente a um mês de salário básico aqui na Holanda (38hrs. por semana, sem contar tempo gasto em trajeto). Claro que nem tudo são flores porque ainda estou com algumas contas atrasadas (vida de freelance é um malabarismo só, vou poupá-los dos detalhes), mas só a perspectiva de colocar as contas em dia já é ótima notícia! E em julho tem férias....(depois eu conto).

E tem dias que me sinto uma pessoa de sorte porque gosto do meu trabalho (requisito fundamental na minha agenda) e trabalho sem precisar sair de casa, do conforto do meu lar (e tem chovido horrores esta semana por aqui). No mais, acho que mais importante do que a grana é a gente gostar do que faz (mas toda grana é sempre bem-vinda, claro). E agora chega de enrolação e vamos ao trabalho!

3 comentários:

Eu não sei, você sabe? disse...

Bethinha deve estar imersa em seus livros.
Com certeza o que vc faz é muito muito interessante, mas como você disse o prazer que temos em fazer aquilo a que viemos, isso não tem preço. Podemos até colocar as contas em dia, o que não é um prazer e sim um alívio, mas não chega aos pés do prazer que se teve pra chegar lá.
Sendo essa a força que move, o movimento está certo e será satisfatório mais cedo ou mais tarde.
É, otimista nata!

beijos e bom dia das mães.
tita

Anônimo disse...

De repente, dá para encarar isso como um presente para os dias das mães, né? Veja só as conseqüências: vai passar o resto do mês despreocupada podendo curtir à beça o Liam, passear, se proporcionar horas de lazer, comprar um presente para você mesma...
Beijos da Ana Amélia

Antonio Fontelles disse...

Oi Beth,
Olha, sobre esta história de conta pendente, deixa eu te dizer, vida de assalariado também não é fácil, viu? Nem queira saber quantas contas eu tenho... melhor nem pensar nisso...
então aproveita que você tem mesmo bastante trabalho, trabalhe o máximo que puder, eu sempre digo, é melhor ter muito trabalho que nenhum trabalho.
Beijo, A.

Tecnologia do Blogger.

Vida de louco

Antes de mais nada, vamos deixar uma coisa bem clara: não, não estou reclamando. É que de quinta-feira pra cá subitamente apareceram tantas traduções (depois de 3 semanas pra lá de tranquilas...) que eu cheguei a ficar assustada. E com os prazos apertados, até uma enxaqueca arrumei na quinta à noite (vida de louco).

O lado ruim é que vou trabalhar o fim-de-semana inteiro (inclusive Dia das Mães porque no final das contas, Dia das Mães é todo dia) e até terça à noite o esquema está bem apertado. Só não chega a ser tão ruim porque gosto do que faço, 90% das vezes. O lado bom é que em seis dias consigo fazer o equivalente a um mês de salário básico aqui na Holanda (38hrs. por semana, sem contar tempo gasto em trajeto). Claro que nem tudo são flores porque ainda estou com algumas contas atrasadas (vida de freelance é um malabarismo só, vou poupá-los dos detalhes), mas só a perspectiva de colocar as contas em dia já é ótima notícia! E em julho tem férias....(depois eu conto).

E tem dias que me sinto uma pessoa de sorte porque gosto do meu trabalho (requisito fundamental na minha agenda) e trabalho sem precisar sair de casa, do conforto do meu lar (e tem chovido horrores esta semana por aqui). No mais, acho que mais importante do que a grana é a gente gostar do que faz (mas toda grana é sempre bem-vinda, claro). E agora chega de enrolação e vamos ao trabalho!

3 comentários:

Eu não sei, você sabe? disse...

Bethinha deve estar imersa em seus livros.
Com certeza o que vc faz é muito muito interessante, mas como você disse o prazer que temos em fazer aquilo a que viemos, isso não tem preço. Podemos até colocar as contas em dia, o que não é um prazer e sim um alívio, mas não chega aos pés do prazer que se teve pra chegar lá.
Sendo essa a força que move, o movimento está certo e será satisfatório mais cedo ou mais tarde.
É, otimista nata!

beijos e bom dia das mães.
tita

Anônimo disse...

De repente, dá para encarar isso como um presente para os dias das mães, né? Veja só as conseqüências: vai passar o resto do mês despreocupada podendo curtir à beça o Liam, passear, se proporcionar horas de lazer, comprar um presente para você mesma...
Beijos da Ana Amélia

Antonio Fontelles disse...

Oi Beth,
Olha, sobre esta história de conta pendente, deixa eu te dizer, vida de assalariado também não é fácil, viu? Nem queira saber quantas contas eu tenho... melhor nem pensar nisso...
então aproveita que você tem mesmo bastante trabalho, trabalhe o máximo que puder, eu sempre digo, é melhor ter muito trabalho que nenhum trabalho.
Beijo, A.