quinta-feira, maio 31, 2007

Sessão de cinema: O Labirinto do Fauno

Finalmente assisti hoje à tarde o comentado Labirinto do Fauno, do diretor mexicano Guillermo del Toro. O filme é realmente muito bom, embora assombroso seja o adjetivo mais apropriado (assombroso no sentido original da palavra). Eu que pensei estar diante de um filme de fantasia, logo nos primeiros minutos percebi minha ingenuidade. E pensando bem, não podia mesmo ser diferente pois o tema do filme é o regime fascista na Espanha.

Basicamente, o filme é narrado em dois níveis: o real e o surreal. Os horrores da guerra civil espanhola são intercalados na tela com o universo de sonhos da menina Ofélia. Cenas fortes retratando a crueldade do fascismo se contrapõem a um reino habitado por seres mitológicos, fadas, elfos, faunos e outras criaturas...um universo subterrâneo onde reina a harmonia, a esperança e onde os seres são eternos (e não meros mortais). Um labirinto secreto, um livro misterioso, um mundo escondido atrás de uma porta desenhada a giz. A fotografia de conto de fadas (em que o clima macabro lembra uma tela de Hieronymus Bosch) é um dos pontos fortes do filme. Mas assista no cinema: o impacto das imagens na tela grande é sempre maior. E tenha bons sonhos, se conseguir...

2 comentários:

Antonio Fontelles disse...

Eu já tinha visto o filme, e adorei.
Fui ver no final de semana passado a "Les Chansons D'Amour", um filme francês, tipo musical, leve, bem feito, ótimo pra quem quer sair do cinema de bem com a vida, apesar de tudo. Confira.

Bebete Indarte disse...

Eu ainda não vi, vou assistir e é bom de antemão saber do tema.
Acho genial fazer um filme de tema político assim dessa maneira meio Alice diferenciado.
Agora só falta colocar na agenda do futuro pq vou viajar no meu niver pra Hasselt.

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Sessão de cinema: O Labirinto do Fauno

Finalmente assisti hoje à tarde o comentado Labirinto do Fauno, do diretor mexicano Guillermo del Toro. O filme é realmente muito bom, embora assombroso seja o adjetivo mais apropriado (assombroso no sentido original da palavra). Eu que pensei estar diante de um filme de fantasia, logo nos primeiros minutos percebi minha ingenuidade. E pensando bem, não podia mesmo ser diferente pois o tema do filme é o regime fascista na Espanha.

Basicamente, o filme é narrado em dois níveis: o real e o surreal. Os horrores da guerra civil espanhola são intercalados na tela com o universo de sonhos da menina Ofélia. Cenas fortes retratando a crueldade do fascismo se contrapõem a um reino habitado por seres mitológicos, fadas, elfos, faunos e outras criaturas...um universo subterrâneo onde reina a harmonia, a esperança e onde os seres são eternos (e não meros mortais). Um labirinto secreto, um livro misterioso, um mundo escondido atrás de uma porta desenhada a giz. A fotografia de conto de fadas (em que o clima macabro lembra uma tela de Hieronymus Bosch) é um dos pontos fortes do filme. Mas assista no cinema: o impacto das imagens na tela grande é sempre maior. E tenha bons sonhos, se conseguir...

2 comentários:

Antonio Fontelles disse...

Eu já tinha visto o filme, e adorei.
Fui ver no final de semana passado a "Les Chansons D'Amour", um filme francês, tipo musical, leve, bem feito, ótimo pra quem quer sair do cinema de bem com a vida, apesar de tudo. Confira.

Bebete Indarte disse...

Eu ainda não vi, vou assistir e é bom de antemão saber do tema.
Acho genial fazer um filme de tema político assim dessa maneira meio Alice diferenciado.
Agora só falta colocar na agenda do futuro pq vou viajar no meu niver pra Hasselt.